Garota Mack Color!

Natália, cinco anos;
Foi passar a tarde na casa da tia Miki.

Tia Miki a convida para passear e tomar sorvete.
Natália aceita.
Cinco minutos depois do convite, dentro do carro:

– Tia Miki, coloca o cinto e dirige bem devagarzinho tá?
– Tá bom Nati, mas por quê essa preocupação toda com a tia?
– É que a minha mãe diiisse, que seeee eu tiver sem cinto, e o carro bater, eu viro um adesiiivo!

{ Textinho baseado em fatos reais, ditos em sala de aula {pra variar, rs}…}

Fonte: Natália Miki

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Fingir com palavras era uma coisa tão hesitante, tão vulnerável, tão constrangedora, que ninguém podia ficar sabendo. Só de escrever disse ela ou e então, Briony envergonhava-se, sentia-se ridícula, por fingir conhecer as emoções de um ser imaginário.
Cada vez que falava sobre a fraqueza de um personagem, inevitavelmente se expunha; era fatal que o leitor imaginasse estar ela descrevendo-se a si própria. De que outra maneira poderia ter descoberto aquilo?
Era só quando a história ficava pronta, todos os destinos resolvidos, toda a questão encerrada do início ao fim, tornando-se, pelo menos sob esse aspecto, semelhante a todas as outras histórias concluídas no mundo, que Briony se sentia imune, pronta para fazer furos nas margens, encadernar os capítulos com barbante, pintar ou desenhar a capa e levar a obra pronta para a mãe ou o pai, quando ele estava em casa.


Reparação – Ian McEwan

 

 

Mal comecei a ler, e já estou apaixonada!

O problema, é que eu quero me jogar do abismo, tendo a certeza de que vou cair num colchão de ar.

É isso!

 

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Well well well…
Este selo e meme, eu recebi da Lyani, do “Entre Aspas”
Muito obrigada Ly… adorei!

Buenas, eu não tenho o costume de repassar memes, mas saibam que todos os blogues que tenho linkados aqui no TBC me fazem sorrir… é um pedacinho importante de cada um.
Então, este selo, dedico à todos!

This blog makes me laugh!

 


 

 

 

 

Agora à brincadeira…

As sete coisas que me fazem sorrir, são…
(Cliquem na imagem para ampliar)

Sete coisas que me fazem sorrir:

 

Caso não tenham entendido a minha letra (risos), as sete coisas que me fazem sorrir, são:

1. Céu azul, sol e frio.
2. Meu namorado.
3. Ver coração em tudo.
4. Dormir com barulho de chuva
5. A festa que a minha cachorrinha faz quando eu chego em casa.
6. Estar com quem eu amo
7. Ver fotografias antigas.

Observação: Quem quiser fazer o meme, não é necessário desenhar . Fui eu que burlei as regras…ehhehe….

 


 

Monsters, Inc. – Mas por quê esse medo todo?
 – Eu não sei. Queria muito saber. Juro!
 – Olha, você precisa assistir Monstros S/A mais. Quantas        vezes for necessário.
– Por quê? Esse filme é tão lindo!
– Porque você só vai parar de sentir medo, quando se der conta de que o monstro que mora lá no armário, é na verdade, um bichinho de pelúcia!

O ser-humano é um bicho complicado mesmo!

Briga, quer e tenta de tudo para ser feliz, mas quando a felicidade bate à sua porta, ele simplesmente a ignora, Impressionante!
Deve ser a tal da desconfiança de sempre.

Quando a esmola é demais, o santo desconfia; manja?

As peças do quebra-cabeça mundo, estão completamente desorganizadas. Perdidas em outro jogo.

Felicidade gera desconfiança,
Tristeza gera segurança.

Dá pra entender?

Parece que quando se opta pela tristeza, pela indiferença, as pessoas ficam mais calejadas, seguras de si, e fortes o suficiente para agüentar o baque que for.
Sem contar, que junto com o pacote, vem a mesmice.
A mesmice dos pensamentos, dos sentimentos, das feições, sensações e situações.

Agora a felicidade…
Pô, felicidade é coisa desconhecida.
É o novo!!!
Um novo sem nome, sem origem, sem nada!
Um novo desnudo!

Um novo que desnuda a alma, pois nunca se sabe como reagir ao que traz; mesmo sabendo que é bom, que é ótimo, maravilhoso, esplêndido, pleno, lindo, prazeroso, excitante, perfeito!!!!

E ainda sim, o ser-humano persiste em ignorá-lo!!

Não, não dá pra entender!

 

Dzzzzzzzzzzz Dzzzzzzzzzzzz Dzzzzzzzzz…
Dzzzzzzzzzzz Dzzzzzzzzzzzz Dzzzzzzzzzzzz…
Dzzzzzzzzzzz Dzzzzzzzzzzzz Dzzzzzzzzzzzzzzz…
Dzzzzzzzzzzz Dzzzzzzzzzzzz Dzzzzzzzzzzzzzzzzzz…
Dzzzzzzzzzzz Dzzzzzzzzzzzz Dzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz…, foi barulho que ouvi durante três horas seguidas. Mas valeu a pena!

Ficou linda, né?
Obs: Eu que fiz o desenho. Fiquei tão orgulhooosa…hahaha…

 

mandala

mandala

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Beijos e um ótimo feriado à todos!!!

=}

 

 

Sentiu que aquele era o seu dia!

Todos a olhavam diferente.
Sorriam gratuitamente para ela,
Apontavam em sua direção,
Como se fosse a pessoa mais importante do momento!

O que ela tinha de diferente naquele dia?

O zíper da calça.
Estava aberto!

– Alô, Marli?

– Oi?!

– Oooi minha querida… é a Bete, tudo bem?

– Faala Betinha! Tudo bem sim, e contigo?

– Jóia!

– Ah que bom…

– É… então, tô ligando pra convidar você, o Maurício e a Bibi pra minha festa de trintona, e se prepara porque vou colocar uma mesa só de doces, muuuito chocolate, muito açúcar, tudo muito engordiet hein..

– Opa… aí siim hein Betinha! Eu e a Bibi vamos com certeza… só não sei se vai dar pro Maurício ir, tadinho.

– Ué… Por quê?

– Por causa das diabetes..

– Ele tá com diabete é?

– Aham… descobriu na semana retrasada.

– Poxa, que pena…mas fica de pé um convite…fala que se ele for, eu compro uns doces diets só pra ele tá?

– Ok querida…pode deixar.

– Então tá…aguardo vocês. Beijão!

– Beijo, tchau!

 

Tu tu tu tu tu tu tu tu…

 

 

Ali no cantinho da sala, estava Bibi, com seus quatro anos, rabiscando com giz-de-cera um sol azul com nuvens amarelas… ela se levanta e dirige-se até a mãe.

 

– Mamãe, olha meu desenho… tá bonito?

– Tá liiindo filha! Parabéns!

– Obrigada!

– De nada amor!

 

 

– Mamãe… as diabetes são as dançarinas do diabo?

Sabe aqueles dias, em que a gente acorda se sentindo esquisito, com uma dorzinha no peito, vontade de chorar sem motivo, e a sensação de que os anos estão passando, e nos acusando de que estamos nos tornando cada vez mais inúteis a cada dia útil que eles nos concedem?

E que por causa desses dias, dessas acusações e das dores, você se tranca em si, não sorri mais e fica um pé no saco de tão chato?

Aquela sensação angustiante…

Sabe?

 

Então…

Dirce estava num desses dias quando entrou no rotineiro
ônibus, emburrada, e com o rosto lavado por águas que não sabia como e porque haviam escorrido de si.

Após uns dez minutos de percurso, um senhor sentou-se ao seu lado.

 

– Creio que este, não seja o melhor momento da senhorita. – Disse ele repentinamente.

 

Dirce olhou para aquele senhor de mãos trêmulas apoiadas por uma bengala, meio assustada, mas preservou o silêncio.

Como se adivinhasse que Dirce queria conversar sem colocar em uso as suas cordas vocais, começou a falar lúcida e desenfreadamente…

 

– Sabe menina, quando eu era moleque, de subir em árvore, de jogar futebol e figurinha na rua, aquele era o meu melhor momento.

Quando eu tirei o meu primeiro dez na escola em matemática, aquele foi meu melhor momento.

Quando fiquei moço, e que tive as minhas primeiras namoradinhas, aquele foi o meu melhor momento.

Meu casamento… ah, meu casamento foi lindo! Se a senhorita existisse naquela época, eu a convidaria.

E quando eu tive meus dois filhos e minha menininha então… Samuel, Isaque e Clarissa…

– Foi o seu melhor momento? – esboçou Dirce num meio sorriso perdido.

O velho gargalhou e respondeu: – Mas que voz bonita a senhorita tem! Qual é a sua graça?

– Dirce.

– Muito prazer Dirce, meu nome é Cícero.

– Prazer.

– Então, minha querida…tudo o que eu vivi, foi o meu meu melhor momento sempre! Agora eu estou aqui conversando contigo e este, é o meu melhor momento.

E quando eu chegar em casa, vou dar um abraço bem apertado na minha Clara, vou jantar com ela e dormir abraçadinho. E quando os meus filhos e meus netos vierem almoçar conosco no domingo, e quando eu sair para jogar dominó na praça amanhã de manhã…tudo será o meu melhor momento!

Hoje, você não está no seu melhor momento Dirce, mas se esforce para fazer das próximas horas, minutos e segundos, o melhor dos melhores momentos da sua vida.

 

Um breve silêncio pairou no ar.

 

– Bom filha, agora eu tenho que descer; vou de encontro ao meu próximo momento. Que seja o melhor!! Até mais!

– Até, e obrigada.

– Disponha!

 

Dirce desceu três pontos depois de Seu Cícero, decidida a fazer o que ele lhe indicara.

E a cada dia que ela se pega apenas no pensamento de entristecer-se, se lembra daquele velhinho simpático, daquela história, daquele dia como o seu melhor momento;

Sempre!

Sintaxe à vontade

"Todo sujeito é livre para conjugar o verbo que quiser.
Todo verbo é livre para ser direto ou indireto.
Nenhum predicado será prejudicado;
Nem tampouco a vírgula, a crase, nem a frase, e nem o ponto final!
Afinal, a má gramática da vida nos opõem entre pausas, entre vírgulas; e estar entre vírgulas é aposto.
E eu aposto o oposto que vou cativar a todos, sendo apenas um sujeito simples!"


GALERIA NAGULHA

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Tem gente!

Sobre a Leitura



"Deve-se ler pouco e reler muito.
Há uns poucos livros totais, três ou quatro, que nos salvam ou que nos perdem.
É preciso relê-los, sempre e sempre, com obtusa pertinácia. E, no entanto, o leitor se desgasta, se esvai, em milhares de livros mais áridos do que três desertos."

Nelson Rodrigues


"Apenas se deveriam ler os livros que nos picam e que nos mordem.
Se o livro que lemos não nos desperta como um murro no crânio, para quê lê-lo?

Franz Kafka.
SOBRE A ESCRITA...

"O que é que eu posso escrever? Como recomeçar a anotar frases? A palavra é o meu meio de comunicação. Eu só poderia amá-la!"


"Devemos modelar nossas palavras até se tornarem o mais fino invólucro dos nossos pensamentos.
Sempre achei que o traço de um escultor é identificável por uma extrema simplicidade de linhas.
Todas as palavras que digo - é por esconderem outras palavras."


"Escrevo porque encontro nisso um prazer que não consigo traduzir
Não sou pretenciosa.
Escrevo para mim, para que eu sinta a minha alma falando e cantando, às vezes chorando "...


"A palavra é minha quarta dimensão.
[...] escrever é o modo de quem tem a palavra como isca: a palavra pescando o que não é a palavra. Quando essa não-palavra - a entrelinha - morde a isca - alguma coisa se escreveu."


"Eu só escrevo quando eu quero. Sou uma amadora, e faço questão de continuar a ser amadora.
Profissional, é aquele que tem uma obrigação consigo mesmo de escrever, ou então em relação ao outro.
Agora eu faço questão de não ser profissional, para manter a minha liberdade"

Clarice Lispector

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"É somente pelo amaciamento e disfarce da carne morta através do preparo culinário, que ela é tornada susceptível de mastigação ou digestão; e que a visão de seus sucos sangrentos e horror puro, não criam um desgosto e abominação intoleráveis."

Percy Bysshe Shelley.

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